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BH será palco da Campanha que marca o Dia Mundial da Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais

Desconhecida pela maioria da população, a doença pode fazer as pessoas até perderem o olfato

 

Belo Horizonte será palco de uma campanha que marca o Dia Mundial da Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN) – 20 de abril. Para chamar a atenção dos mineiros para  a conscientização sobre a doença, ainda desconhecida  pela maioria da  população, em alusão a essa data, no dia 24 de abril, próxima quinta-feira, alguns locais da cidade serão iluminados com uma imagem referente ao movimento.

O prédio do Cine Brasil, na Praça Sete, no coração de Belo Horizonte, será um dos locais que irá receber a iluminação. (Confira todos os locais no final do texto). A ação está sendo organizada pela Atópicos Brasil – Associação Brasileira de Pacientes Atópicos, Oncológicos e de Doenças Raras.

Entre 2019 e 2023 foram registradas, no Brasil, 13.731 internações por sinusite crônica pelo SIH-SUS, com predominância  no Sudeste (7245) e Sul (2757).

Estima-se que a doença acomete de 1% a 4% da população geral, sendo mais comum em adultos de meia-idade e rara em crianças.

 

Entenda a doença

“A RSCcPN é uma forma de rinossinusite crônica  na qual, além da inflamação persistente (acima de 12 semanas), ocorre o crescimento de pólipos nasais benignos na mucosa da cavidade nasal e dos seios paranasais”, afirma o médico Rafael Fernandes Goulart dos Santos, presidente da Associação Mineira de Otorrinolaringologia.

A doença pode causar ainda perda total do olfato, ou seja, o afetado pode parar de sentir cheiro. Além disso, a pessoa pode sentir dor facial, sensação de pressão na cabeça e secreção nasal constante, sobretudo na região posterior do nariz.

Na maioria das vezes, a doença é confundida com gripes, resfriados ou rinite, já que os sintomas são comuns. Com isso, muitos pacientes demoram a obter um diagnóstico adequado, convivendo por anos com o incômodo sem saber que há um tratamento específico para a doença.

Estudos indicam que a  RSCcPN  é geralmente descoberta depois dos 30 anos de idade, ou seja, depois de um longo período de convívio com a patologia. O grande desafio para esses pacientes é que, mesmo quando buscam tratamento, muitos não encontram soluções definitivas.

A Atópicos Brasil – Associação Brasileira de Pacientes Atópicos, Oncológicos e de Doenças Raras e a Associação Mineira de Otorrinolaringologia estão juntas nessa campanha para ampliar a visibilidade da rinossinusite crônica com pólipos nasais para provocar a autoidentificação da sociedade belo-horizontina com essa condição de saúde, tornando a jornada  do diagnóstico mais rápida”, ressalta Mário Celso Lamas Cavaca, presidente da Associação Brasileira de Pacientes Atópicos, Oncológicos e de Doenças Raras.

 

 

 

 

Foto: Divulgação/ Atópicos Brasil.

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