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SOS BR-040 defende atenção imediata pela EPR aos pontos críticos da rodovia

SOS BR-040 defende atenção imediata pela EPR aos pontos críticos da rodovia

“Ainda há tempo para a concessionária realizar as ações, porque as entregas se iniciam no terceiro ano da concessão. São ações prioritárias sob a ótica do usuário, e que precisam ser feitas para nos deixar mais seguros ao transitar pela BR-040”, ressalta Kátia Negreiros, coordenadora do Movimento SOS BR-040.


“A partir do momento que o governo concedeu a nossa segurança para a iniciativa privada, a primeira coisa que deveria ser feita é um levantamento sobre os pontos da rodovia onde há mais acidentes com mortes, os locais mais perigosos – apesar de ser toda ela perigosa. Ou seja, deveriam priorizar os trechos mais críticos como a curva do Pires, uma descida de 8 km seguida de curva, a descida da Celinha. Fizeram a ação de 100 dias que se resumiu na melhora da pavimentação e sinalização, mas realmente a diminuição de mortes não foi verificada. E isso está nos números. Chego à conclusão que a prioridade da concessionária não é a mesma do usuário. Embora tudo seja entregue em 7 anos, precisamos evitar acidentes e mortes”, desabafa Kátia Negreiros, moradora do Alphaville e coordenadora do Movimento SOS 040.

Kátia questiona se, em toda essa movimentação de anos de concessão na rodovia, não foi elaborado um plano de redução de acidentes fatais imediato, independente do tempo que serão entregues todas as obras.. “É preciso observar trechos que precisam de uma área de escape e aqueles onde há maior incidência e colisões frontais, de uma terceira pista para facilitar a ultrapassagem. Afinal, a evolução e tecnologia dos veículos não esperaram a melhoramento da estrada. Deveria ter tido um ataque imediato e direto os trechos letais. Como fizeram no trevo de Moeda. Não podemos esperar por mais 6 anos por todos os investimentos inicialmente contratados. Não é possível que não se possa usar investimentos imediatos para salvar vidas. Porque nada que foi feito até agora conseguiu mudar os números”, questionou.

Segundo ela, ainda há tempo para a concessionária realizar isso, porque as entregas se iniciam no terceiro ano da concessão. “São ações prioritárias sob a ótica do usuário e que precisam ser feitas para nos deixar mais seguros ao transitar pela BR-040. Há muita coisa que pode ser considerada por uma empresa, que esteja interessada em preservar vidas e não apenas em lucro. O lucro deve vir concomitantemente com a segurança das nossas vidas. É necessária uma ação imediata nos pontos críticos dessa rodovia, porque os números de óbitos e acidentes se repetem, ano a ano. Se foi realizado um estudo, ele não foi considerado. E, se ainda não o fizeram, precisam urgentemente fazê-lo”, observa Kátia.

“Obviamente, que se espera é mais segurança, para que transitemos com mais segurança e que nossas vidas estejam seguras quando pegamos uma rodovia privatizada. Os números não mentem, ou seja, a parte duplicada do trecho, por exemplo em Nova Lima, é a que mais tem acidentes talvez pelo excesso de velocidade. Porém, este é o trecho com menor número de vítimas fatais. O que comprova que duplicação e a barreira central fazem toda a diferençana rodovia”, destacou.

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1 Comment

  • helder
    16 de janeiro de 2026, 22:49

    Intervenções mais significativas nesses pontos críticos, como Curva da Celinha, Pires em Congonhas poderiam trazer resultados melhores, mas, temos que esperar o prazo concedido tais intervenções, enquanto isso…

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