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11ª Modernos Eternos BH reforça diálogo entre o eterno e o contemporâneo

11ª Modernos Eternos BH reforça diálogo entre o eterno e o contemporâneo

A mostra transforma um dos edifícios históricos mais emblemáticos de Belo Horizonte, a Escola Estadual Pedro II, em circuito com 40 ambientes, programação cultural, experiências gastronômicas assinadas por chefs mineiros, além da tradicional Ação Street em outros pontos da cidade.


A Modernos Eternos BH, que abre um novo capítulo em 2026 ao realizar, pela primeira vez, uma edição na Escola Estadual Pedro II, no Centro, em Belo Horizonte. O evento que começou no último dia 16 de junho prossegue até 12 de julho e a 11ª edição da mostra transforma o edifício centenário em uma grande plataforma de arquitetura, design, arte, cultura e patrimônio, reafirmando o compromisso do evento com a valorização e a ressignificação de espaços históricos da capital mineira.

Reconhecida por transformar edifícios emblemáticos do patrimônio cultural em experiências imersivas, a mostra reúne, nesta edição, 40 ambientes assinados por 45 profissionais da arquitetura, design e paisagismo, além de mais de 100 parceiros envolvidos na realização do evento. Como já é característica da Modernos Eternos, os projetos apostam no diálogo entre peças vintage, mobiliário contemporâneo, objetos históricos, obras de arte e novas soluções de design, criando narrativas que atravessam diferentes tempos e estilos e apresentam o que há de mais contemporâneo na arte, arquitetura e design.
“Estar na Escola Estadual Pedro II no ano do centenário do prédio reforça um dos princípios centrais da Modernos Eternos: aproximar as pessoas de edifícios que fazem parte da memória da cidade e criar novas camadas de significado para esses espaços”, afirma a realizadora da mostra, Josette Davis.

“Existe um simbolismo muito forte em realizar esta edição em um espaço concebido como monumento à educação pública e ao conhecimento. A mostra propõe exatamente esse diálogo entre herança cultural, arquitetura e contemporaneidade”, destaca a promotora.

Participam da edição Ana Carolina Matos, Ana Lívia Werdine, Ana Lucia Rodarte, Anamaria Diniz, Angélica Araújo, Beatriz Siqueira, Bruna de Sá, Cassio Gontijo, Cícera Gontijo, Cynthia Viana, Dalila Souza, Fabelle Pereira, Fernanda Abras, Fernanda Caldas, Fernando César, Guilherme Alberto, Guilherme Souza, Henrique Hoffman, Isabela Torres, Joana Hardy, Júlia Bressan, Laura Carvalho, Laura Lage, Laura Rausch Lopes, Letícia Januzzi, Luciana Garcia, Luiza Janot, Marco Antônio Lolli, Mario Caetano, Márcia Carvalhaes, Natália Diniz, Natália Pimentel Villela, Natália Queiroz, Roziane Faleiro, Savassi DePaula Arquitetos, Stela Moleda, Tamara Jota, Tarcísio Brum, Thaysa Godoy, Tiago Alves, Victória Perdigão, Will Lobato, Zilda Santiago e três alunas da UNA mentoradas por Juliana Stark.

Gastronomia e experiências

A 11ª Modernos Eternos BH conta com uma Ala Gourmet distribuída pelos pátios internos da escola, com duas operações gastronômicas que ampliam a experiência da mostra. Em um dos pátios, o chef Jorge Ferreira leva ao evento o Olívia Contemporâneo, com clássicos da culinária mediterrânea atravessados por ingredientes do terroir mineiro. No outro, os chefs Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães, levam o Parallel, dedicado a culinária espanhola, e o recém-inaugurado Bar Vértice. Entre os dois espaços, os três chefs também assinam uma drinkeria instalada em um ambiente especial no centro da mostra. A cafeteria fica por conta da Du Pain, em um dos salões nobres, logo na entrada do edifício.

AngloGold Ashanti – ações que conectam arte, patrimônio e sustentabilidade

A AngloGold Ashanti, uma das patrocinadoras da mostra juntamente com o Ministério da Cultura e a Cemig, marca presença na Modernos Eternos 2026 por meio de uma série de ações que dialogam diretamente com o conceito da mostra e com a história de Minas Gerais. Entre os destaques estão as obras produzidas pelas Bordadeiras de Caeté e pela Casa das Tecelãs de Brumal, que reinterpretam o Ciclo do Ouro e o patrimônio cultural mineiro a partir de técnicas artesanais tradicionais como bordado livre, bainha aberta, crochê, macramê e tapeçaria. A programação também inclui adornos em vidro, inspirados no ferramental do garimpo, assinados por Regina Medeiros, produzidos artesanalmente com aplicação de ouro 12% na composição.

O espaço receberá ainda uma ação especial com co-produtos do ouro, que apresenta joias autorais criadas por designers convidados, que serão expostas no ambiente conceito da Anglo assinado por Cássio Gontijo.

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