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Em 2026, Lagoa Seca será de responsabilidade do município

Em 2026, Lagoa Seca será de responsabilidade do município

Diretoria da AABB se reuniu com o secretário de Meio Ambiente de BH para tratar do excesso de corridas no bairro sem comunicação prévia pelos moradores, a manutenção interna da Lagoa Seca e as ervas de passarinho que estão matando as árvores do bairro.


Por intermédio do vereador Bruno Miranda (PDT), líder do governo na Câmara Municipal de Belo Horizonte, a diretoria da Associação de Amigos do Bairro Belvedere (AABB), se reuniu com o secretário Municipal de Meio Ambiente, João Paulo Menna Barreto, e com a diretora de Planejamento Ambiental Estratégico da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), Leda França, para tratar de assuntos elencados na última reunião realizada com o parlamentar no bairro, relacionados à mobilidade, meio ambiente e infraestrutura.

Durante a reunião na PBH, os diretores fizeram uma explanação de situações que precisam de engajamento do poder público para uma solução, como o excesso de corridas no bairro sem comunicação prévia pelos moradores, a manutenção interna da Lagoa Seca e as ervas de passarinho que estão matando as árvores dentro da lagoa. Na ocasião, o secretário João Paulo se mostrou sensível em relação ao problema e envidou esforços para uma força tarefa na lagoa. E, informou aos diretores que a situação da Lagoa Seca está prestes a ser resolvida, que a partir do final do primeiro semestre de 2026 o local passará a ser público, de responsabilidade do município. Com isso, a manutenção e ações a serem feitas na bacia de detenção ficarão a cargo da PBH de forma definitiva.

Propriedade particular

A Lagoa Seca é uma área particular, de propriedade da família Guimarães, mas sua manutenção é realizada pela administração pública municipal. A área funciona como uma bacia de contenção de cheias para amortecer o efeito de inundações. Recentemente, o espaço recebeu uma sinalização indicando que o local está sob a administração municipal. Por solicitação da Associação de Amigos do Bairro, a prefeitura realiza serviços de limpeza, desobstrução de canais e poda de árvores.

Quem passa pelo local já se deparou com a infestação de ervas-de-passarinho que já contaminou mais de 20% das árvores. Aparentemente inofensiva, essa planta que é trazida pelos passarinhos – daí o nome – se instala como uma praga nas árvores e passa a se alimentar basicamente da seiva. Com o tempo, os galhos das árvores vão secando e muitas espécies vão enfraquecendo até a morte. “Estamos assistindo todos os dias, espécies plantadas por nós desaparecendo por causa dessa erva, que causa o abatimento progressivo das árvores. Uma simples volta ao entorno da praça traz uma sensação de tristeza, ao depararmos com muitas árvores então frondosas e hoje secas, prestes a tombar no solo. Não podemos aceitar que o verde seja retirado da Lagoa Seca. Esperamos que agora a PBH consiga solucionar esse problema que há algum tempo vem se arrastando no bairro”, ressaltou Ubirajara Pires, presidente da AABB.

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